- É proibido entrar automóveis nos centros históricos de várias cidades. Transitando-se somente a pé, de bicicleta ou de motocicletas.
- Em alguns supermercados o consumidor recebe uma máquina de leitura de código de barras portátil, que é utilizada cada vez que o cliente põe um produto no carrinho de compras. Esta máquina faz automaticamente a soma da compra, e ao final, o caixa não confere produto por produto, apenas cobra aquilo que a máquina está mostrando no visor. É o voto de confiança no cidadão.
- Os ônibus coletivos municipais e os trens interestaduais não têm cobradores, o passageiro precisa comprar as passagens em banquinhas antes de subir no ônibus, a qual é conferida apenas raramente.
- A nota de euro mais baixa é de 5, portanto, para a grande maioria das pequenas compras do quotidiano utilizam-se moedas.
- As universidades públicas italianas têm vagas garantidas por quotas para estrangeiros não pertencentes à comunidade européia.
- Os pedágios são cobrados apenas em estradas expressas e existem sempre estradas públicas alternativas para o mesmo destino.
- Prédios não tem porteiros, e a grande maioria não tem garagem. Os carros são deixados nas ruas.
- As ruas são lavadas periodicamente com carros-pipa municipais, e os carros que permanecerem estacionados durante tal limpeza serão rebocados.
- Bicicleta é meio comum de transporte.
- É possível pegar ônibus noturno, no qual se dorme em Bolonha, e ao acordar se está em Paris.
- Em um ponto na fronteira da França com a Itália, há túnel tão extenso que o motorista permanece aproximadamente trinta minutos dentro da montanha.
- Existem shoppings de componentes eletrônicos nos quais os italianos enchem os carrinhos de máquinas fotográficas digitais, DVD´s, Ipods, Iphones, playstation, notebooks, etc, a preços tentadores.
- Italianos não veneram americanos.
- Jovens da classe média tem costume de beber cerveja em praça pública e de tomar banho de sol nos parques, durante o verão.
- O Brasil é o país dos sonhos de uma grande parcela da população italiana.
- Italianos dizem "tchau" ao encontrar alguém.
- Existem mais de 100 dialetos que funcionam como outras línguas nas respectivas regiões.
- O sul é pobre e o nordeste é rico.
- Italianos comem pizza "dobrada" como sanduíche pelas ruas.
26 de dezembro de 2009
Popularidade de Berlusconi sobe após agressão

ROMA - A aprovação ao primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, subiu para mais de 50% após o ataque contra o político.
Berlusconi, de 73 anos, foi agredido no último domingo por um homem, que quebrou seu nariz, dois dentes e fez um corte profundo em sua boca durante um comício em Milão.
Uma pesquisa de opinião do instituto ISPO publicada no "Corriere della Sera" afirmou que a agressão disparou a popularidade do premier para 55,9%, comparando com 48,6% em meados de novembro.
O respeitado pesquisador Renato Mannheimer disse que o aumento de popularidade não foi evidente entre os eleitores jovens e os católicos praticantes. Mas o índice de aprovação de Berlusconi melhorou entre os eleitores de centro-esquerda, que representam 17% do resultado positivo.
O ataque do dia 13 de dezembro chocou muitos italianos e foi comparado aos anos sangrentos de violência política no país entre as décadas de 70 e 80.
Grande Prêmio de F1 desembarca em Roma em 2012

Roma terá o seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1. O circuito será na zona da EUR e a primeira corrida deve acontecer em 2012 e assim, pelos próximos 10 anos. A confirmação foi feita pelo idealizador do projeto, Maurizio Flammini.
A notícia se tornou oficial com o acordo assinado entre o comitê de organização e os chefe da F1, Bernie Ecclestone. O contrato deve durar 10 anos, (5 mais 5 de prorrogação) e as corridas devem acontecer em agosto. A reação do prefeito de Monza, Marco Mariani, só poderia gerar polêmica. Sobre a Cidade Eterna, ele declarou: “uma capital parasita que há 2 mil anos vive tirando o oxigênio das outras cidades”.
Campanha quer incentivar os italianos a visitarem os monumentos "de casa"


O slogan/ameaça Se non lo visiti lo portiamo via (Se não o visite, levamos embora), escolhido pelo Ministério pelos Bens Culturais para promover os monumentos e sítios arqueológicos italianos, está conseguindo bons resultados.
Como se pode observar pelas imagens, no caso de uma afluência não adequada da parte dos apaixonados pela beleza histórica e arquitetônica do Bel Paese, o Coliseu será desmontado e o David de Donatello, levado para um outro lugar, onde poderá ser realmente acolhido e admirado.
A nova campanha de comunicação do MiBAC, (que entra dentro das iniciativas onde já se encontra o mapeamento virtual de Pompéia) tem como objetivo a descoberta, por parte dos próprios italianos, do patrimônio histórico e cultural do país. Uma tentativa de inverter o trend negativo dos visitantes, perseguindo um aumento de visitas de pelo menos 3% em 2010, 5% em 2011 e dez por cento em 2012.
5 de novembro de 2009
População da Itália atinge 60 milhões de habitantes
A população da Itália atingiu os 60 milhões de habitantes, segundo informou o Instituto Nacional de Estatística (Istat), em um balanço da densidade demográfica do país correspondente ao período de janeiro e novembro de 2008.
Após ter superado os 50 milhões de habitantes em 1959, no último mês de novembro, o número de residentes na Itália chegou a 60.017.677.
De acordo com o Istat, a partir de 1979, o principal fator de crescimento populacional foi o imigratório, definido como "de crescente intensidade e de maneira praticamente exclusiva".
Comparando-se os dados obtidos em 2008 com os do ano anterior, a população italiana cresceu 0,7%, o equivalente a 398.387 moradores. A região que apresentou maior crescimento foi a nordeste (1,1%), seguida pelo centro (1%) e pela noroeste (0,8%).
Após ter superado os 50 milhões de habitantes em 1959, no último mês de novembro, o número de residentes na Itália chegou a 60.017.677.
De acordo com o Istat, a partir de 1979, o principal fator de crescimento populacional foi o imigratório, definido como "de crescente intensidade e de maneira praticamente exclusiva".
Comparando-se os dados obtidos em 2008 com os do ano anterior, a população italiana cresceu 0,7%, o equivalente a 398.387 moradores. A região que apresentou maior crescimento foi a nordeste (1,1%), seguida pelo centro (1%) e pela noroeste (0,8%).
História do idioma italiano

A história da língua italiana é muito complicada, mas o italiano moderno é o resultado de alguns eventos relativamente recentes. Os textos mais antigos que se conservam em italiano (os anteriores se consideram latim vulgar) são fórmulas legais da Região de Benevento que datam dos anos 960-963 da era cristiana. O italiano se formalizou no século XIV com as obras de Dante Alighieri que misturou os dialétos do sul da Italia, sobre tudo o Siciliano, com seu dialéto da Toscana, para escrever poemas épicos que se conheceram como Comédia, mais tarde Boccaccio os chamaria Divina Comédia. As obras de Dante se leram em toda Italia e o dialéto no qual se escreveu se considerou um padrão standard que todos podiam reconhecer. Ainda hoje se reconhece a este autor por normalizar a língua italiana.
O italiano é uma língua romance que pertence a familia das indoeuropeias. Se fala na península italiana, sul da Suiça, San Marino, Sicilia, Córcega, Cerdenha, na costa norte do Mar Adriático, além do Norte e América do Sul.
O italiano deriva da forma falada do latim vulgar. Mas o surgimento de outras línguas derivadas também do latim vulgar simplificou muito a língua italiana. Muitas das formas que o latim expresava mediante os casos se perdem e se comunicam por meio de outras palavras ou pela ordem da frase, que em latim havia sido mito flexível porque as relações entre as palavras se expresavam mediante os finais das mesmas.
Estas mudanças fizeram com que os habitantes da península italiana apenas pudessem entender o latim, que ainda se seguia utilizando nos serviços religiosos e nos documentos legais. Alguns escritores italianos de Florencia, numa tentativa de dar prestígio e enobrecer a língua, inventaram um italiano novo baseado no dialéto vernacular da Toscana (de 1100 e primeiros anos de 1200) e enrriquecido por neologismos e emprestimos do latim. Esta nova língua se convirteu no veículo de expressão de Dante, Ariosto, Boccaccio, Tasso e outros autores do Renacimiento Italiano.
4 de novembro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)